O greening, considerada a pior doença da citricultura moderna, chegou a 48% das laranjeiras nos pomares paulistas, provocando uma mudança drástica na forma como os produtores realizam seus investimentos.
Desaceleração e novos desafios
Embora a praga tenha registrado o menor avanço em nove anos, os danos causados às plantas continuam aumentando, exigindo maior atenção do setor produtivo.
Impacto na rentabilidade
O cenário atual é agravado por custos de produção mais elevados e preços menores pagos pela laranja, o que amplia significativamente o desafio de renovar os pomares e preservar a rentabilidade dos agricultores.
A combinação entre a alta incidência da doença e a pressão financeira cria um ambiente complexo para a economia agrícola regional, exigindo estratégias de longo prazo para garantir a sustentabilidade da citricultura no estado.
Com informações de Portal do Agronegócio









